Brasil é o país que mais mata ativistas do campo

57 assassinatos de trabalhadores que lutavam por terra ou em defesa do meio ambiente durante todo o ano de 2017, uma média de mais de uma morte por semana. Esse foi o dado apontado pela pesquisa da organização internacional Global Witness. Em todo o mundo, foram 207 vítimas de madeireiros, grileiros ou proprietários rurais que contrataram grupos armados para ceifar vidas.

De acordo com o representante da organização, Ben Leather, há algumas razões claras que justificam os números alarmantes, começando pelo desinteresse do governo em desenvolvimento de políticas que enfrentem estes conflitos no campo. Além disso, os anos de impunidade fazem com que aqueles que buscam silenciar os ativistas acreditem que podem fazê-lo sem nenhuma consequência. Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), apenas 5% dos casos ocorridos no Brasil desde 1985 foram a julgamento. Na semana do agricultor familiar, essa, infelizmente, é a triste realidade da luta pela terra e pelo meio ambiente no Brasil. Um país cada vez mais distante de um modelo sustentável e cada vez mais alimentado pela intolerância e violência.


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