Não à violência contra famílias assentadas

A disputa por terras e a necessidade de reforma agrária ainda são temas urgentes no Brasil. Os conflitos que muitas vezes terminam com lideranças e trabalhadores mortos e quase sempre com pessoas feridas são marcos da intolerância e violência que precisam ser combatidas. Na manhã deste domingo, o companheiro de luta Gilberto, do Movimento dos Sem Terra, e mais outro companheiro do Acampamento Esperança, em Açucena, foram covardemente atacados, agredidos e ameaçados de morte por um grupo fortemente armado. A comunidade inteira corre perigo. O medo ronda constante essas famílias, mulheres e crianças, que trabalham honestamente e tiram da terra improdutiva o seu sustento. 
É preciso uma providência urgente para impedir a ação destes grileiros e funcionários de supostos ex-donos das terras da Fazenda Acesita, que apesar de indenizados, seguem espalhando a violência na região. A área foi vendida em 2015 ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pelo então proprietário da fazenda Preservar, José Antero. Ainda assim, os ataques persistem. 
Apoiamos e nos solidarizamos com as famílias do Acampamento Esperança, que fica a 285 km de Belo Horizonte. Os moradores pedem a demarcação das terras indígenas, Aldeia Pataxó, a regularização das famílias Quilombolas e o assentamento das famílias acampadas. Os pedidos para concluírem os procedimentos necessários à transferência do imóvel para atender às demandas registradas já foram feitos ao Instituto Estadual de Florestas (IEF) e à Fundação APERAM Acesita, e estamos juntos com a comunidade para cobrar providências! A violência não reinará! 


O povo feliz de novo (PT/PCdoB/PROS). Do lado do povo (PT/PSB/PR/DC/PCdoB). Juntos com o povo (PT/PSB/PR/DC/PCdoB). Unidos com o povo (PT/PSB/PR).
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