Construção Civil tem os piores números em 2017

O desemprego tem assombrado as famílias brasileiras nos últimos dois anos de governo Temer. A expectativa de geração de até um milhão de novos empregos era só para inglês ver... porque na verdade, pelo andar da carruagem, 2018 não deve terminar com nem 20% desse total. Apesar de setores como a agropecuária e indústria têxtil terem sido muito prejudicadas com a crise, é a construção civil que está no fundo do poço: entre as dez profissões que mais perderam postos de trabalho em 2017 e permanecem sem perspectivas em 2018, sete estão relacionadas a este segmento.

Até junho, no cargo de supervisor, foram cerca de 9 mil demissões. Antes disso já haviam sido fechadas outras 17 mil vagas na área. Os trabalhadores de linha de montagem perderam também cerca de 6 mil vagas, e 17.496 trabalhadores de estruturas de alvenaria foram dispensados nos últimos 12 meses. Um total de mais de 32 mil demissões somente na construção civil.

E segundo a pesquisa, mesmo os trabalhadores mais qualificados não estão conseguindo emprego. O número de engenheiros civis empregados também sofreu queda. Foram mais de duas mil vagas fechadas, uma queda de 3,2% até junho deste ano, se comparado ao período de 12 meses que se encerrou em junho de 2017. Em dois anos, mais de oito mil engenheiros civis perderam o emprego com carteira assinada.
Os dados foram levantados também pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Com tantos números agravantes para a situação do trabalhador brasileiro o que o atual governo fez para melhorar esse cenário? Sem emprego não há dinheiro, nem poder de compra, nem nada que faça a economia sair desta crise que circula nosso país.


O povo feliz de novo (PT/PCdoB/PROS). Do lado do povo (PT/PSB/PR/DC/PCdoB). Juntos com o povo (PT/PSB/PR/DC/PCdoB). Unidos com o povo (PT/PSB/PR).
CNPJ: 31.243.287/0001-04
site desenvolvido por Agência Libre | 2018